Consultoria de operação para pequenas e médias empresas
Sua empresa não precisa de mais ferramentas.
Precisa de uma operação que funcione sem você no centro dela.
O que a gente costuma encontrar é a venda crescendo mais rápido que a capacidade de entregar. A distância entre as duas tem nome, e é ela que faz tudo voltar pra você.
Primeira conversa · 30 min · sem pitch
O que a gente vê se repetir
Quase toda empresa que a gente atende está rodando o mesmo ciclo.
Não é falta de esforço e não é falta de gente boa. É um padrão de crescimento, e ele se repete tanto que dá para desenhar.
Nova oportunidade
Entra um cliente bom. Grande demais pra recusar.
O ciclo não trava por falta de competência. Trava porque ninguém tem tempo de parar para desenhá-lo.
Não é sobre o seu setor
“Faz sentido, mas o meu setor funciona diferente.” É a dúvida que aparece bem aqui, e quase sempre ela está errada.
O ciclo acima não pertence a um ramo específico. Ele aparece igual em operações que não têm nada em comum, porque o que trava por dentro nunca é o setor: é a empresa ter crescido maior do que a estrutura que sustenta ela.
Como a gente trabalha
Não dá pra resolver um problema que ninguém parou pra entender.
Por isso a ordem nunca muda. Diagnóstico antes de prescrição, processo antes de ferramenta, e nada é vendido antes de existir clareza do que precisa ser feito.
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Imersão
A gente escuta o dono, a equipe e, quando dá, vai até a operação. Sem esse passo não existe diagnóstico, existe palpite.
Você sai com O mapa do negócio como ele funciona de verdade, não como está no organograma.
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Diagnóstico
Com o mapa na mão, a gente acha o gargalo invisível. É aqui que a maioria das soluções óbvias se revela insuficiente.
Você sai com Onde o ciclo está girando na sua empresa, nomeado.
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Redesenho e tecnologia
Processo antes de ferramenta, sempre. Só depois de o fluxo estar desenhado é que entra sistema, integração ou automação.
Você sai com A operação redesenhada, com a tecnologia certa no lugar certo.
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Operação e resultado
A gente constrói junto com o time e ajusta no caminho. O objetivo nunca foi criar dependência da gente.
Você sai com Estrutura que segue funcionando depois que a gente sai.
Onde o método se aplica
Trabalhamos em sete frentes, mas nunca em sete projetos soltos. O que resolve é ligar uma na outra.
Quase nenhuma operação precisa das sete ao mesmo tempo. O diagnóstico diz por onde começar, e a ordem importa mais que a quantidade.
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Diagnóstico operacional
Antes de qualquer proposta, a gente entra e nomeia onde o gargalo mora de verdade, quase sempre num lugar diferente do que apontaram primeiro.
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Redesenho de processo
Processo que só existe na cabeça de quem fundou. A gente desenha o fluxo, formaliza a decisão e tira a dependência de uma pessoa.
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Processo comercial
Time que cresce mas não fecha mais rápido porque cada vendedor negocia do seu jeito. A gente redesenha o funil e o motivo de perder venda vira dado, não achismo.
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Relação com o cliente
Cliente que muda de vendedor e reconta a história do zero. A gente estrutura o histórico pra ninguém carregar informação sozinho na cabeça.
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Marketing e growth
Aquisição que traz gente mas a operação não aguenta responder rápido. A gente resolve a fila antes de aumentar o funil.
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Inteligência aplicada
Atendimento que atrasa porque depende de alguém estar livre. A gente aplica IA ancorada numa tarefa específica: responder, qualificar, organizar. Nunca IA solta.
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Software sob medida
Sistema genérico que não encaixa no jeito que o negócio já funciona. A gente constrói sob medida pro processo certo, não pro software mais fácil de vender.
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O diagnóstico diz quais delas, e em que ordem.
Começar por aí
Os últimos cases
Ninguém chegou pedindo o que de fato resolveu.
Setores diferentes, portes diferentes, um padrão só. Em todos, o pedido inicial era o sintoma, e o trabalho começou em outro lugar.
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Pediu
“Precisamos organizar o sistema de agendamento.”
Estava travando
O convênio não pagava porque o registro clínico saía fora do prazo. Nunca foi a agenda, era o processo de registro.
O que mudou
convênio bloqueado passou para convênio pagando
De 40 a 60% das evoluções passaram a ser preenchidas no mesmo dia. A coordenação voltou a cuidar de atendimento em vez de correr atrás de papel.
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Pediu
“Nosso sistema financeiro é lento e manual.”
Estava travando
Nenhum dado da operação falava com o outro. Não era velocidade, era visibilidade do negócio inteiro.
O que mudou
fechar o mês levava 4 dias passou para passou a levar horas
Cada sinistro ganhou visibilidade de etapa em tempo real. A empresa passou a crescer sem perder o controle do que acontece dentro dela.
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Pediu
“Preciso de ajuda com o Instagram.”
Estava travando
A dona era o único ponto de contato com cada cliente. A operação inteira passava por uma pessoa.
O que mudou
tudo passava pela dona passou para volume dobrado, mesma equipe
O primeiro domingo em meses sem responder mensagem. O Instagram entrou como consequência, não como solução.
Para quem é
A gente entra em três momentos, e nenhum deles exige que você já esteja grande.
O que muda de um para o outro é por onde o diagnóstico começa. O objetivo é sempre o mesmo: crescer sem acumular dívida no caminho.
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Está nascendo
A empresa ainda está sendo desenhada.
Dá pra nascer com oferta, processo e canal mapeados desde o primeiro cliente, em vez de descobrir cada um deles no susto. Estrutura cedo é o que evita a dívida operacional depois.
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Já lucra e travou
Vende bem, cresce, e a estrutura não acompanhou.
Cada cliente novo custa uma exceção, decisão importante ainda passa por você, e crescer virou sinônimo de trabalhar mais. É o ciclo rodando em velocidade máxima.
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Empacou
O faturamento parou e ninguém sabe exatamente por quê.
A causa quase sempre está em um dos três: como se vende, como se acompanha o cliente depois da venda, ou um processo que nunca foi desenhado por ninguém.
Talvez ainda não seja a hora se
- A decisão do que fazer já está tomada e falta apenas quem execute
- A expectativa é resultado em 30 dias sem mexer em nada na operação
Nesses casos a gente diz na primeira conversa e aponta o caminho que faz mais sentido agora, mesmo que não seja com a gente.
A primeira conversa
Trinta minutos pra descobrir onde o seu ciclo está girando.
A gente escuta o que está travando e devolve o que entendeu, ali mesmo. Se não houver encaixe, você ouve isso na mesma conversa, e não depois de receber uma proposta.
Trinta minutos · sem pitch · sem template, enrolação, papo furado nem letra miúda