Blog Resoluto
O que a gente vê dentro das empresas.
Orçamento que ninguém respondeu, cliente que some, sistema que virou tela ociosa. O que costuma estar por trás disso e o que dá para fazer a respeito.
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Centenas de clientes por ano, e o contato não é seu
Quem atende pela plataforma entrega a experiência e não fica com o cliente. O passeio é seu, a avaliação é sua, mas quem pode chamar de volta é ela.
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O documento que o sistema não emitiu e ninguém percebeu
Erro de sistema quase nunca aparece como erro. Ele aparece meses depois, no momento em que o cliente precisa de um documento que nunca existiu.
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Nem todo cliente dá o mesmo trabalho, mas todos pagam igual
Em serviço recorrente, o preço costuma ser definido pelo porte do cliente. E o custo real é definido por outra coisa: o quanto ele atrapalha.
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Trabalhar o mês inteiro e faturar menos do que trabalhou
Em escritório que vende conhecimento, boa parte do trabalho acontece antes de existir contrato. E o que acontece antes raramente é contado.
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A clínica fatura bem e no fim do mês não sobra nada
Faturamento alto e caixa apertado ao mesmo tempo quase nunca é problema de preço. Costuma ser o custo de tudo depender de quem atende.
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Divulgar mais quando a produção já está no limite
Anunciar mais só aumenta a receita se ainda houver o que entregar. Quando a produção está no teto, cada pedido novo custa dinheiro em vez de trazer.
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Por que o lead da imobiliária esfria em 48 horas
O corretor não perdeu o cliente por preço. Perdeu porque outra pessoa respondeu antes, e o que decide isso raramente é esforço.